
Em busca da excelência na Gestão de Manutenção através do IBM MAXIMO e SIGGA SM2
A partir de janeiro de 2003, os processos de manutenção de Via Permanente da CVRD começaram a ser inseridos no mesmo contexto e plataforma das demais áreas de manutenção da empresa, integrando o Sistema ELO de Manutenção.
A Via Permanente, ou “VP” como é conhecida, refere-se à área da manutenção responsável pela super e infra-estrutura do que popularmente chamamos de “linhas de trem". Superestruturas são, por exemplo, trilhos, dormentes, curvas e aparelhos de mudança de via existentes em uma linha férrea. Já a infra-estrutura refere-se às pontes, bueiros, túneis e outras obras civis que viabilizam o tráfego de trens.
O Sistema ELO de Manutenção disponibilizou aos usuários de Via Permanente acesso ao software de gestão de manutenção IBM MAXIMO e isto possibilitou uma melhora significativa em seus desempenhos.
O projeto implantou também a solução de coleta de dados SIGGA SM2 (Sistema Móvel de Manutenção) desenvolvido pela SIGGA. Hoje, o SIGGA SM2 possibilita que os serviços (por mais dispersos que possam estar devido à grande extensão das vias) possam ser feitos de forma fácil e em pouco tempo, necessitando apenas que o executante sincronize as informações com o IBM MAXIMO.
Terminada esta etapa, em julho de 2006, a CVRD iniciou um novo desafio: a expansão do Sistema ELO de Manutenção e consequente implementação do SIGGA SM2 e IBM MAXIMO na Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).
FCA - A Empresa
A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) tornou-se uma das concessionárias brasileiras de transporte ferroviário de cargas em setembro de 1996, a partir do processo de desestatização da Rede Ferroviária Federal.
Atualmente, os principais produtos transportados pela FCA são álcool e derivados de petróleo, calcário, produtos siderúrgicos, soja, farelo de soja, cimento, bauxita, ferro gusa, fosfato, cal e produtos petroquímicos.
Responsável pela operação de 7.840 km de linhas férreas (quase cinco vezes maior que a “VP” da CVRD) a malha da FCA abrange sete estados – Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, Goiás, Bahia, São Paulo – além do Distrito Federal. A FCA é também o principal eixo de conexão entre as regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste e sua frota atual é composta por cerca de 12.000 vagões e 500 locomotivas, monitoradas via satélite (GPS).
Desde que assumiu a operação da malha Centro-Leste, a FCA coloca em prática um sólido plano de investimentos em melhorias tecnológicas, segurança operacional, recuperação e manutenção da via permanente.
A integração ao Sistema ELO de Manutenção foi chamada de Frente Funcional FCA. Contou com quatro consultores SIGGA e cinco usuários chave FCA, responsáveis pela execução de todas as fases do projeto, desde o levantamento/planejamento até os testes na trilha de produção.
Para acompanhar a entrada em produção, foram distribuídos aproximadamente trinta multiplicadores ao longo dos principais pontos de atuação da FCA, juntamente com os cinco usuários chave citados anteriormente. Ao mesmo tempo, foram mantidos os consultores SIGGA e outros representantes da equipe no projeto dando suporte e atendimento aos chamados gerados pelas áreas.
Em abril de 2007 iniciou-se oficialmente a utilização do IBM MAXIMO e do SIGGA SM2 nas áreas de Via Permanente e Ferrovia. Hoje, estes sistemas reúnem todas as atividades de manutenção da CVRD e FCA, além dos processos de integração com o sistema ERP atual.
Thomaz Russi
Gerente de Consultoria
SIGGA Soluções
04/2007

Utilização do SIGGA SM2 para apoio das equipes de manutenção

Tecnologia de Coletores de Dados para as Equipes de Manutenção

Unificação da Gestão de Ativos e Manutenção da América do Sul

Mobilidade geográfica e histórico dos equipamentos por meio do SIGGA SM2

Projeto SIGMA: aumento da eficácia, produtividade e confiabilidade da malha ferroviária

Novo modelo de gestão técnica da manutenção

Do ERP ao SIGGA SM2 - Mais flexibilidade e confiabilidade dos dados

Sistema Integrador de Dados: ferramenta para tomada rápida de decisões

Equipe de manutenção disponibiliza através de engenharia construtiva de dados, novas funcionalidades do MAXIMO em linha com os objetivos da empresa

Julio César Caldeira, engenheiro de manutenção, sobre o Projeto Handhelds na Manutenção da Acesita

Marisa Padovani, coordenadora de projetos – GPI, sobre o Projeto de UPGRADE da versão 5.2 do MAXIMO